
O tribunal chinês condenou esta semana, em penas de prisão entre os 12 e os 18 meses e multas até 16 mil euros, três pessoas que revelaram em antecipação e “obtiveram por meios ilegais” as características do iPad2, relata o Wall Street Journal.
O trio foi acusado de “colaborar para roubar informação” sobre o novo tablet da Apple, de um dos principais fornecedores, vários meses antes do seu lançamento.
A pena mais pesada – um ano e meio de prisão e uma multa de 150.000 yuan, cerca de 16 mil euros – foi aplicada ao director de uma empresa que fabrica acessórios para os produtos da Apple, a MacTop Electronics.
O responsável terá oferecido 20.000 yuan (cerca de 2 mil euros) e descontos nos seus produtos a um ex-empregado da fabricante chinesa que produz equipamentos para a Apple, a Foxconn, em troca de informações sobre o novo tablet. O objectivo avançado foi a produção de capas de protecção para o dispositivo. Para continuar a ler o artigo clique aqui.



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